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	<title>Cuide de seu coração</title>
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	<description>um informativo atualizado sobre seu coração</description>
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		<title>Cuide de seu coração</title>
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			<item>
		<title>A Terapia da Ressincronização Cardíaca</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 18:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[biventriculares]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[marca-passo]]></category>
		<category><![CDATA[ressincronização cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[A insuficiência cardíaca é uma síndrome geralmente provocada por uma diminuição na capacidade de contracção dos ventrículos. No entanto, em alguns pacientes com insuficiência cardíaca, os ventrículos não se contraem pouco, mas fazem-no de forma desordenada (dessincronizada). É fácil imaginar que se além de contrair-se pouco, contraem-se desincronizadamente, o rendimento da função cardíaca se empobrece [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=26&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 align="justify"><font color="#808080">A insuficiência cardíaca é uma síndrome geralmente provocada por uma diminuição na capacidade de contracção dos ventrículos. No entanto, em alguns pacientes com insuficiência cardíaca, os ventrículos não se contraem pouco, mas fazem-no de forma desordenada (dessincronizada). É fácil imaginar que se além de contrair-se pouco, contraem-se desincronizadamente, o rendimento da função cardíaca se empobrece ainda mais, piorando a insuficiência cardíaca. A terapia de ressincronização cardíaca pretende solucionar os problemas de dessincronização intra e interventricular mediante marca-passos que estimulam ambos os ventrículos, o direito e o esquerdo, (marca-passos biventriculares) para que ambos se contraiam de maneira simultânea, solucionando assim o problema. O marca-passo biventricular consegue, desta maneira, melhorar os sintomas de insuficiência cardíaca. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Candidatos para receber esta terapia:</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Os candidatos a receber esta terapia são os pacientes que padecem insuficiência cardíaca grave e que apresentam sinais de dessincronização intraventricular. Estes sinais podem-se suspeitar simplesmente mediante um simples electrocardiograma, face à presença de transtornos da condução intraventricular como o bloqueio do ramo esquerdo, e se confirmam mediante ecografia cardíaca.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Como implantar um marca-passo?</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O procedimento do implante de um marca-passos biventricular é muito similar ao de um marca-passos convencional. Geralmente se realiza sob anestesia local durante quase todo o procedimento. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Durante o implante colocam-se, através da veia subclávia, um eléctrodo na aurícula direita e dois eléctrodos nos ventrículos: um convencional no ventrículo direito, e um especial no ventrículo esquerdo, ao que se acede através do sistema venoso cardíaco (seio coronário e seus ramos). Estes eléctrodos ficarão alojados permanentemente em sua localização definitiva, conectados ao marca-passo que a sua vez se implanta por baixo da pele na região infraclavicular direita. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Posso levar uma vida normal depois da implantação do marca-passos?</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Os pacientes que levam um marca-passo biventricular podem fazer uma vida praticamente normal. Unicamente devem seguir revisões específicas cada três ou seis meses e seguir as regras que lhes serão comunicadas por seus médicos. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Prof. Doutor Carlo Bourbon Parma</p>
<tr>
<td height="20" width="592"></td>
<p></font></h3>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=26&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Edema Agudo do Pulmão</title>
		<link>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/edema-agudo-do-pulmao/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 08:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[arritmias]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[cuide-se]]></category>
		<category><![CDATA[edema agudo do pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[estenoses]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[veias]]></category>
		<category><![CDATA[ventilação pulmonar]]></category>
		<category><![CDATA[válvula mitral]]></category>

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		<description><![CDATA[Define-se como o quadro clínico secundário a insuficiência aguda do ventrículo esquerdo ou por uma estenose da válvula mitral, com o consequente aumento da pressão capilar pulmonar e extravasão de líquido ao interstício e alvéolos pulmonares.

Constitui uma emergência cardiológica grave que, geralmente, responde favoravelmente ao tratamento precoce.

Causas: Toda situação que eleve a pressão capilar pulmonar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=25&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 align="justify"><font color="#808080">Define-se como o quadro clínico secundário a insuficiência aguda do ventrículo esquerdo ou por uma estenose da válvula mitral, com o consequente aumento da pressão capilar pulmonar e extravasão de líquido ao interstício e alvéolos pulmonares.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Constitui uma emergência cardiológica grave que, geralmente, responde favoravelmente ao tratamento precoce.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Causas: Toda situação que eleve a pressão capilar pulmonar provocará um edema agudo de pulmão. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A aparição de edema pulmonar pode ser secundária a um enfarte agudo de miocárdio ou a insuficiência cardíaca esquerda de qualquer origem (crise hipertensiva, arritmias cardíacas) ou apresentar-se em cardiopatias crónicas ou valvulares (estenose mitral) descompensadas (por aumento da pressão arterial, arritmias, hipoxemia). </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Dentro deste quadro deve também incluir-se o edema pulmonar por sobrecarrega líquida (ou síndrome de congestão venosa) que se produz em pacientes que recebem, por necessidades terapêuticas, sobrecarga em massa de líquidos, cristalóides ou sobretudo se o função renal se acha alterada. Pode apresentar-se em pacientes com traumatismos graves ou com hemopatias malignas submetidos a poliquimioterápias. Por último, descrevem-se outras formas de edema: por obstrução grave e brusca da via respiratória principal ou depois da drenagem súbita e em massa de um pneumotórax. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Sintomas: O sintoma principal é a dificuldade para respirar (dispneia), pode aparecer ao realizar determinados exercícios físicos ou, em casos mais graves, em repouso. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Em muitas ocasiões o paciente não conseguirá permanecer deitado tendo que estar em ortopneia. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Outros dos sintomas são: mal estado geral, inquietude, angústia, sudação abundante, pele fria, tosse com expectoração rosada, diminuição da quando de urina, aumento da frequência cardíaca, aumento da frequência respiratória com uso da musculatura acessória para conseguir a ventilação, etc. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Como se diagnostica: O diagnóstico se baseia fundamentalmente na exploração física do enfermo e a radiografia de tórax. É muito característica a auscultação pulmonar no qual se ouvem os chamados crepitantes húmidos, em ambas bases pulmonares, devidos à transudação do conteúdo do capilar sanguíneo para o alvéolo. A radiografia de tórax é o estudo mais útil para o diagnóstico do edema agudo de pulmão e nos mostra a presença de líquido no espaço pulmonar, em ocasiões também se observa um aumento do tamanho do coração (cardiomegalia). Para completar o diagnóstico se realizará um electrocardiograma, que ajudará a identificar se existe uma cardiopatia de base que tenha desencadeado o quadro, e uma analise de sangue e urina. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Tratamento: O tratamento deste quadro tem três objectivos: </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-Melhorar a ventilação pulmonar através da administração de oxigénio e fármacos broncodilatadores </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-Diminuir a pressão venocapilar para tentar diminuir a congestão pulmonar com a administração de fármacos diuréticos (que aumentem a eliminação de líquidos através da urina) e fármacos com acção dilatadora das veias (que diminuam a quantidade de sangue que chega ao coração). </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-Tratamento da doença causal que desencadeou o quadro. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Prof. Doutor Carlo Bourbon Parma</font></h3>
<tr>
<td height="20" width="592"></td>
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	</item>
		<item>
		<title>Transplante Cardíaco</title>
		<link>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/transplante-cardiaco/</link>
		<comments>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/transplante-cardiaco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 08:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência renal]]></category>
		<category><![CDATA[miocardiopatia isquêmica]]></category>
		<category><![CDATA[neoplasias]]></category>
		<category><![CDATA[transplante]]></category>

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		<description><![CDATA[O transplante cardíaco é a substituição do coração que apresenta uma miocardiopatia em fase terminal pelo coração de uma pessoa falecida. 

A indicação se realiza em pacientes com insuficiência cardíaca terminal em que apresente essencialmente sinais de risco de morte súbita, ausência de resposta ao tratamento médico máximo ou a uma cirurgia convencional e com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=24&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 align="justify"><font color="#808080">O transplante cardíaco é a substituição do coração que apresenta uma miocardiopatia em fase terminal pelo coração de uma pessoa falecida. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A indicação se realiza em pacientes com insuficiência cardíaca terminal em que apresente essencialmente sinais de risco de morte súbita, ausência de resposta ao tratamento médico máximo ou a uma cirurgia convencional e com uma expectativa de vida inferior a um ano. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A maioria das indicações se realiza em pacientes com uma miocardiopatia dilatada ou com uma miocardiopatia isquémica (pacientes com doença coronária que sofreram um ou vários enfartes agudos de miocárdio extensos) com uma disfunção severa da contracção do ventrículo esquerdo. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Outras indicações menos frequentes e que representam menos do 15% dos transplantes realizados são a miocardiopatia secundárias a doenças valvulares cardíacas que produziram um dano irreversível no ventrículo esquerdo e algumas cardiopatias congénitas.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Todos os pacientes com uma miocardiopatia em fase terminal podem beneficiar com o transplante cardíaco? </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A desproporção entre o número de pacientes com uma miocardiopatia severa sem resposta ao tratamento médico (11 milhões de pessoas no mundo) e o número de receptores potenciais, exige a realização do transplante cardíaco unicamente àqueles pacientes que não podem recorrer a outro tratamento médico ou cirúrgico. Assim, muitos pacientes com uma miocardiopatia isquémica podem recorrer à cirurgia de revascularização miocárdica convencional mediante &#8220;bypass&#8221; aorto- coronário ou pacientes com miocardiopatia e insuficiência secundária da válvula mitral podem beneficiar-se da correcção mediante uma anuloplastia mitral. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Ademais, não são todos os pacientes com uma insuficiência cardíaca terminal que podem beneficiar do transplante cardíaco pela presença de contra-indicações: </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Hipertensão arterial pulmonar: um ventrículo direito normal, inadaptado para vencer resistências vasculares pulmonares elevadas, fracassará se se utiliza como doadora. Nestes casos, está indicada a realização de um transplante em bloco do coração e os dois pulmões (transplante cardiopulmonar). </font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Infecção: a presença de uma infecção conduzirá a um desenlace fatal se realiza o transplante por agravamento da infecção ao iniciar o tratamento imunossupressor.</font></h3>
</li>
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Neoplasia ou doença sistémica com curto prognóstico de vida. Um câncer com um período de remissão inferior a 5 anos se é considerado uma contra-indicação pela reactivação da doença, secundária ao tratamento imunossupressor. Este período é maior para o câncer de mama. </font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Insuficiência renal severa: o agravamento da insuficiência renal depois do transplante com o tratamento imunossupressor pode indicar a realização de transplante renal, além do transplante cardíaco. </font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Instabilidade psicossocial: as alterações psicopatológicas, um meio social instável e uma história de alcoolismo, drogra ou não cumprimento das ordens médicas vão correlacionar-se com uma reabilitação pós-operatória inadequada. </font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A cada caso concreto, é necessária a compatibilidade a nível de grupo sanguíneo A B 0 entre o doador e receptor e a presença de um &#8220;cross match&#8221; negativo ao enfrentar os linfócitos do doador com soro do receptor.</font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O doador </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O desenvolvimento clínico do transplante cardíaco que obriga a utilizar enxertos sem dano isquémico contribuiu a potenciar o interesse pelo conceito da morte baseada em critérios neurológicos. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Habitualmente, diagnostica-se pela cessação da actividade cardíaca, porque a ausência de irrigação sanguínea ao cérebro produz a sua morte. No entanto, em 1% das pessoas falecidas ocorre o caminho inverso, isto é, produz-se primeiro a morte cerebral por um traumatismo crânio-encefálico, uma hemorragia cerebral, etc., e secundariamente, ao cabo de umas horas ou de vários dias, produz-se a paragem cardíaca. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O doador é uma pessoa falecida seguindo critérios neurológicos que mantém a actividade respiratória conectada a um respirador por não ter atividade o centro respiratório e que durante as primeiras horas ou dias, até que sobrevem a paragem cardíaca, mantém a função dos outros órgãos e sistemas. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O número limitado de pacientes potenciais exige que todo o doador deva ser considerado multiorgânico para rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas, córneas e ossos. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A rejeição aguda</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Os estudos experimentais de transplante cardíaco demonstraram que no coração, igual que em outros órgãos sólidos, produz-se uma reacção imune do hóspede que, se não é controlada, produz a destruição do enxerto. A resposta imune e as possibilidades de rejeição são maiores durante os primeiros meses.</font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Podemos considerar a rejeição: </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Hiperaguda: é uma complicação pouco frequente que condiciona o êxito do transplante do coração nos primeiros minutos ou horas depois do transplante. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Agudo: caracteriza-se por uma inflamação que, segundo o grau, pode produzir necroses miocárdicas. A maioria dos pacientes transplantados sofrem alguma rejeição aguda durante os primeiros meses, apesar do tratamento imunossupressor, mas 95% destas rejeições agudas, se são diagnosticados precocemente e tratadas adequadamente, resolvem-se sem sequelas. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Rejeição crónica, que afecta às artérias coronárias do coração e têm relação com a arteriopatia do enxerto. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Para prevenir a aparição de uma rejeição aguda, e que esta rejeição se possa controlar e curar, é necessário administrar um tratamento imunossupressor. A incorporação da Ciclosporina A, utilizada pela primeira vez no transplante cardíaco clínico em 1980, o desenvolvimento de novos agentes imunossupressores e a recuperação de outros fármacos que tinham caído em desuso, contribuíram para um amplo espectro de agentes imunossupressores, que permitem elaborar protocolos de imunossupressão individualizados para cada paciente.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Complicações:</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Além dos episódios de rejeição aguda, habituais nos pacientes transplantados, principalmente durante os primeiros meses, mas que se são diagnosticados precocemente curam sem sequelas.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">As complicações mais importantes são:</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Infecção: as complicações infecciosas são a principal causa de mortalidade depois do transplante cardíaco. Por isso, é necessário manter um estreito equilíbrio entre tratamento imunossupressor e o risco de infecção, sendo preferível o desenvolvimento de episódios de rejeição não severos que possam incrementar o risco de uma infecção incontrolada.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Doença vascular do enxerto ou arteriopatia do enxerto. A diferença dos episódios de rejeição aguda, é uma patologia lentamente evolutiva, caracterizada por uma afectação coronária, cujas manifestações clínicas aparecem tardiamente.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Neoplasias: a utilização de fármacos imunossupressores condicionou a aparição de uma série de neoplasias nos pacientes transplantados. A sua incidência varia segundo a área geográfica que se considere, devido à elevada incidência de cânceres cutâneos em algumas zonas, consideradas de elevado risco. Excluído o câncer de pele, a incidência média é do 4 % dos pacientes transplantados, incidência 100 vezes maior que a esperada no resto da população com idade similar. Dentro destas neoplasias, depois do câncer de pele seguem em frequência os linfomas, que se desenvolvem em 2 % dos pacientes transplantados.</font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Toxicidade por fármaco: às complicações infecciosas e desenvolvimento de neoplasias relacionadas com o tratamento imunossupressor, é necessário adicionar a toxicidade produzida por estes fármacos. Assim, alguns destes fármacos podem produzir hipertensão arterial, insuficiência renal ou insuficiência hepática. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Resultados do transplante.</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Os resultados do Registo do Transplante Cardíaco em Itália, com um total de 5345 transplantes realizados desde 1984 até 31 Dezembro 2005, mostram uma sobrevivência média de 65 % nos primeiros 5 anos e de 35% entre 5 -10 anos. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">-         Não obstante, estes dados são globais e incluem todos os períodos de realização, os tipos de transplante e o seu risco, com os resultados para os casos habituais e desde os últimos anos são muito melhores. Neste sentido, os resultados das nossas clínicas durante os últimos 5 anos mostram uma sobrevivência ao ano de 90 % e em 5 -10 anos de 75 %. Assim, as estadias nas clínicas reduziram-se para 7-10 dias, com redução de custos e complicações pós-operatórias. Se tivermos em conta, que estes pacientes não tivessem sido transplantados, 90% tivesse falecido durante o primeiro ano, podemos assegurar com segurança que o transplante cardíaco é a terapêutica que maior diferença mostra entre tratamento cirúrgico e a evolução natural da doença.</font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">- Os resultados devem avaliar-se não somente em termos de sobrevivência mas também de qualidade de vida. Para os sobreviventes, o transplante cardíaco atinge a meta afixada. Proporciona a possibilidade de incorporarem-se numa vida activa e normal de pacientes que, sem este tratamento, tinham uma expectativa de vida inferior a um ano, com uma incapacidade física completa. Podemos dizer sem revelação de nomes, dado que o objectivo destes textos não tem objectivo promocional, que tentamos em hospitais e clínica do nosso grupo que se estendem por 20 países ter os mesmos protocolos de actuação e ter os mesmos resultados em todas elas, tendo sido nomeado exactamente no dia de hoje 15.10.2007 uma &#8220;task force&#8221; para implementação de protocolos cirúrgicos em todas elas, bem como um grupo de pesquisa avançado em novas técnicas cirúrgicas e na inovação de novos equipamentos que possam ultrapassar entre 2010-2015 os resultados apresentados.</font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Prof. Doutor Carlo Bourbon Parma</font></h3>
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	</item>
		<item>
		<title>Desfibrilador Implantável</title>
		<link>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/desfibrilador-implantavel/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 07:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[arritmias]]></category>
		<category><![CDATA[desfibrilador]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[taquicardia]]></category>

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		<description><![CDATA[O desfibrilador implantável é um dispositivo que permite o tratamento dos pacientes que padecem ou têm risco de padecer arritmias ventriculares graves. 

Indicações:

As indicações do desfibrilador implantável estão em evolução. De maneira geral, indica-se a pacientes que padeceram algum episódio de paragem cardíaca devido a arritmias ventriculares graves (taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular) ou bem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=23&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h4 align="justify"><font color="#808080">O desfibrilador implantável é um dispositivo que permite o tratamento dos pacientes que padecem ou têm risco de padecer arritmias ventriculares graves. </font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">Indicações:</font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">As indicações do desfibrilador implantável estão em evolução. De maneira geral, indica-se a pacientes que padeceram algum episódio de paragem cardíaca devido a arritmias ventriculares graves (taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular) ou bem a alguns subgrupos de pacientes que, ainda que nunca experimentaram estas arritmias, estão em risco de padecê-las. A maior parte dos pacientes que precisam um desfibrilador padeceram em alguma ocasião um episódio de insuficiência cardíaca. </font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">Como actua um desfibrilador?</font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">O desfibrilador actua controlando o ritmo cardíaco de maneira permanente. Quando detecta a presença de uma arritmia é capaz de aplicar diferentes modalidades de tratamento mediante impulsos eléctricos para suprimi-la. Dependendo da gravidade da arritmia o desfibrilador pode aplicar de maneira automática tratamentos mais suaves (estimulação anti-taquicardia) ou bem mais radicais (cardioversão mediante choque eléctrico), que ocasionalmente podem ser percebidos pelo paciente.</font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">Como se coloca o desfibrilador? </font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">O procedimento do implante geralmente se realiza sob anestesia local durante quase todo o procedimento excepto durante uns poucos minutos durante os quais se comprova o correcto funcionamento do aparelho, momento não se aplica uma sedação geral. Durante o implante colocam-se, através da veia subclávia, um ou vários eléctrodos no interior das cavidades cardíacas. Estes eléctrodos ficarão alojados permanentemente em sua localização definitiva, conectados ao desfibrilador que por sua vez se implanta por baixo da pele na região infraclavicular direita. A recuperação da intervenção é rápida e permite a alta hospitalar em dois ou três dias. </font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">Quando se gastam as baterias, aproximadamente cada seis anos, é necessário substituir o desfibrilador. </font></h4>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">Os pacientes que levam um desfibrilador implantável podem fazer uma vida praticamente normal. Unicamente devem seguir revisões específicas cada três ou seis meses e seguir tomar algumas precauções que lhes serão comunicadas por seus médicos.</font></h4>
<h4 align="justify"><font color="#808080">Prof. Doutor Carlo Bourbon </font></h4>
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		<title>Aneurisma</title>
		<link>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/aneurisma/</link>
		<comments>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/aneurisma/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 07:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[aneurisma]]></category>
		<category><![CDATA[aorta]]></category>
		<category><![CDATA[arterioesclerosis]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[hipercolesterolemia]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida sedentária]]></category>

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		<description><![CDATA[Os aneurismas arteriais são dilatações localizadas e permanentes dos vasos arteriais. Podem aparecer em qualquer parte do corpo mas sua localização mais frequente é na aorta abdominal. 
Causas: 
A causa mais frequente na etiologia dos aneurismas da aorta é a arteriosclerosis. 
Podem ser também uma causa infecciosa ou ser consequência de traumatismos prévios. 
A maioria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=22&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 align="justify"><font color="#808080">Os aneurismas arteriais são dilatações localizadas e permanentes dos vasos arteriais. Podem aparecer em qualquer parte do corpo mas sua localização mais frequente é na aorta abdominal. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Causas: </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A causa mais frequente na etiologia dos aneurismas da aorta é a arteriosclerosis. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Podem ser também uma causa infecciosa ou ser consequência de traumatismos prévios. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A maioria dos pacientes são varões maiores de 60 anos com factores de risco aterosclerótico entre os quais o consumo de tabaco adquire uma relevância especial. Outros factores que predispõe a padecer um aneurisma são: </font></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Obesidade, </font></h3>
</li>
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Hipertensão arterial, </font></h3>
</li>
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Diabetes, </font></h3>
</li>
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Vida sedentária e</font></h3>
</li>
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Hipercolesterolemia. </font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Estima-se que 2-4% de varões maiores de 65 anos são portadores de um aneurisma de aorta abdominal. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Sintomas: 75% dos pacientes portadores de um aneurisma de aorta abdominal são assintomáticos. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Quando provocam sintomas costuma tratar-se de moléstias abdominais inespecíficas ou dor lombar. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Em 25% dos casos a primeira manifestação clínica é a ruptura. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Tratamento:</font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Actualmente não existe nenhum tratamento médico eficaz e a única solução é a cirúrgica. O critério principal para estabelecer o critério de actuação é o tamanho do aneurisma. Consideram-se aneurismas com indicação cirúrgica, os maiores de cm ou com crescimento superior a cm ao ano, bem como todos aqueles que sejam sintomáticos. Nos de pequeno tamanho o tratamento consiste em controlar os factores de risco, sobretudo a hipertensão, e realizar controlos periódicos mediante ecografia ou TAC. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">A palpação abdominal permite o diagnóstico em alguns casos mas é a ecografia abdominal o procedimento diagnóstico de eleição para a detecção do aneurisma de aorta abdominal. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Ao tratar-se de lesões assintomáticas o habitual é que se detectem durante uma exploração clínica ou radiológica realizada por outro motivo. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Se propõe uma atitude cirúrgica, o estudo deverá completar-se com a realização de um TAC abdominal ou uma Ressonância Magnética Nuclear e, em algumas ocasiões, pode ser necessária também uma arteriografia. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">As técnicas cirúrgicas disponíveis na actualidade são, basicamente, duas:</font></h3>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Ressecção do aneurisma e substituição por um enxerto artificial: trata-se de uma intervenção importante e não isenta de riscos.</font></h3>
</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Reparação endoluminal mediante endoprótese reservada para pacientes de alto risco cirúrgico e com determinados critérios anatómicos.</font></h3>
</li>
</ul>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Prognóstico: </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Os aneurismas de aorta abdominal são lesões quase sempre assintomáticas e cujo principal risco é a ruptura. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Se chegam a romper-se a mortalidade real é do 90% e o risco de ruptura aumenta à medida que cresce o tamanho da lesão, sendo bem mais elevado quando o diâmetro é maior que 5 cm. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Em cirurgia programada as possibilidades de que existam problemas (morbi-mortalidade) situam-se em cerca de 4%.</font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">CUIDEM DO VOSSO CORAÇÃO POR FAVOR. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">REDUZAM O SAL, PRODUTOS COM GORDURAS, BEBIDAS GASEIFICADAS COM AÇÚCAR, MESMO AS FAMOSAS DIET OU LIGHT. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">FAÇAM EXERCÍCIO FÍSICO DIÁRIO. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O MELHOR EXERCÍCIO PARA O CORAÇÃO É CAMINHAR A PÉ 1 HORA POR DIA. </font></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">O VOSSO CORAÇÃO IRÁ AGRADECER. </font></h3>
<h3 align="justify"><font color="#808080">Prof. Doutor Carlo Bourbon de Parma</p>
<tr>
<td valign="top"></td>
</tr>
</table>
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		<title>A Grávida</title>
		<link>http://cuidedeseucoracao.wordpress.com/2007/11/30/a-gravida/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 07:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[choques nos joelhos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças venosas]]></category>
		<category><![CDATA[formigueiro noturno]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[tensão nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[veias]]></category>
		<category><![CDATA[vida sedentária]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas nas extremidades inferiores  
Os transtornos de tipo cansaço, inquietude, sensação de importência e tensão nas pernas, formigueiro noturno e choques nos joelhos, pés inchados e varizes que aparecem cedem ou aumentam durante a gravidez, costumam ser as queixas &#8220;diárias&#8221; de uma futura mãe. Estes problemas são especialmente frequentes: 
1.      Se na família existem antecedentes de doenças [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=21&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Problemas nas extremidades inferiores </span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Os transtornos de tipo cansaço, inquietude, sensação de importência e tensão nas pernas, formigueiro noturno e choques nos joelhos, pés inchados e varizes que aparecem cedem ou aumentam durante a gravidez, costumam ser as queixas &#8220;diárias&#8221; de uma futura mãe. Estes problemas são especialmente frequentes: </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">1.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Se na família existem antecedentes de doenças venosas. </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">2.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Se já existia uma doença venosa antes da gravidez.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span></span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">3.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Se não se trata da primeira gravidez. </span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span></span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">4.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Se a mulher grávida passa muito tempo sentada ou de pé. </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">5.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Se faz pouco desporto ou leva uma vida sedentária. </span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span></span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">6.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Em épocas de muito calor. </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Estas moléstias não supõem só uma limitação do bem-estar da gestante e uma perturbação estética, senão que implicam também possíveis riscos por inflamação das veias patologicamente dilatadas.</span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Existem, por tanto, razões suficientes para tentar prevenir os problemas nas pernas ou para aliviá-las:</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">1.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Porque têm uma evidente repercussão estética.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">2.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Porque perturbam notavelmente a sensação de bem-estar na gravidez.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">3.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Porque representa risco de inflamações venosas e de tromboses. </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<h2 align="justify"><span style="font-weight:normal;font-size:16pt;color:gray;font-style:normal;font-family:Tahoma;">Que se pode fazer? </span><span style="font-weight:normal;font-size:16pt;color:gray;font-style:normal;font-family:Tahoma;"></span></h2>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Qualquer medida que diminua a pressão nas veias, que impeça a paragem do sangue e ajude a transportar o sangue &#8220;acima&#8221; para o coração, é eficaz. </span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Em geral, a mulher grávida não deveria tomar medicamentos com este fim. Por regra geral, na gravidez há que excluir também as medidas operatórias e/ou os tratamentos esclerosantes.</span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></p>
<h2 align="justify"><span style="font-weight:normal;font-size:16pt;color:gray;font-style:normal;font-family:Tahoma;">Como pode ser evitado de modo inócuo o estancamento nas pernas? </span><span style="font-weight:normal;font-size:16pt;color:gray;font-style:normal;font-family:Tahoma;"></span></h2>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">1.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Evitar o mais possível o estar de pé sem mover-se, durante a gravidez.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">2.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Não estar sentada demasiado baixa, evitar o borde duro das cadeiras.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">3.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Andar muito; passear por terrenos.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">4.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>A natação é quiçá o melhor desporto para os problemas venosos.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">5.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>No lugar de trabalho ou se está muito tempo sentada (p.ex. avião, teatro) mover as pernas com frequência activamente, levantar-se um pouco e usar meias de compressão.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">6.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Evitar os banhos quentes e a insolação prolongada (os corpos se dilatam ainda mais).</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">7.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Em dias calorosos ou nos que se fizeram grandes esforços, refrescar activamente as pernas (jorros de água fria, começando pelos pés e seguindo para acima).</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">8.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Pela noite ou durante as pausas de repouso diárias, elevar ligeiramente as pernas estando em posição cómoda.</span></em></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"><em><span> </span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">9.<span></span><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">      </span><em><span>Pôr-se, sem falta, todas as manhãs as meias de compressão.</span></em></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">As mulheres grávidas que desejam prevenir as varizes ou que já têm problemas nas veias das pernas, têm bons argumentos para levar meias de compressão durante o dia por um período de 9 meses. </span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Na perna se trata de evitar ou diminuir o consequente estancamento do sangue (varizes, inchaços, moléstias). </span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Os efeitos positivos sobre a circulação materna têm uma grande importância também sobre o feto.</span></em><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em><!--"''"--><em><span style="font-size:16pt;color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><!--/area Type="subhead"--><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Prof. Doutor Carlo Bourbon de Parma</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/21/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=21&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pericardite</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 07:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[causas idiopáticas]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[ecocardiograma]]></category>
		<category><![CDATA[hipotiroidismo]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência renal]]></category>
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		<category><![CDATA[pericardite aguda]]></category>
		<category><![CDATA[pericardite benigna]]></category>
		<category><![CDATA[pericardite constritiva]]></category>
		<category><![CDATA[pericardite crônica]]></category>
		<category><![CDATA[pericarditis]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[A pericarditis é a inflamação de uma dupla membrana que rodeia o coração, chamada de pericárdio. Pode dar lugar a derrame pericárdico (formação de líquido entre a membrana que está colada ao coração e a que está em contacto com os pulmões) e também pode dar lugar a engrossamento, retracção e calcificação do pericárdio.  
Causas:  
A causa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=20&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A pericarditis é a inflamação de uma dupla membrana que rodeia o coração, chamada de pericárdio. Pode dar lugar a derrame pericárdico (formação de líquido entre a membrana que está colada ao coração e a que está em contacto com os pulmões) e também pode dar lugar a engrossamento, retracção e calcificação do pericárdio. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Causas: </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A causa mais frequente é uma infecção por vírus. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">-</span></em></strong><span style="font-size:7pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"><span>         </span></span><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Uns dias antes do episódio de pericardite é frequente que tenha tido catarro, faringite ou qualquer outra doença vírica benigna. </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">-</span></em></strong><span style="font-size:7pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"><span>         </span></span><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Outras causas são as seguintes: enfarte agudo de miocárdio, insuficiência renal, hipotiroidismo, doenças auto-imunes, determinados medicamentos, traumatismos torácicos, cirurgia cardíaca, radioterapia (geralmente aparece um ano depois), infecções, neoplasias, etc. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">-</span></em></strong><span style="font-size:7pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"><span>         </span></span><strong><em><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">As causas são muito variadas e nem sempre identificáveis, e se chama idiopática (de causa desconhecida). </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Existem duas formas de pericardite: aguda (dura menos de 6 semanas) e crónica (dura mais de 6 semanas). </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong></p>
<h3 align="justify"><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;">Sintomas </span></em><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></h3>
<p align="justify"><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A pericardite aguda se caracteriza por sintomas devidos à inflamação do pericárdio &#8211; dor centro-torácico que costuma ser aguda e irradiando pelas costas. A dor se acentua quando o paciente está deitado de barriga para acima e diminui ao sentar-se e inclinar-se para diante. Também se acentua ao respirar profundo, o qual dificulta a respiração. Alguns pacientes têm uma moléstia fixa a nível do externo que se parece à dor do enfarte agudo de miocárdio. A dor pode acompanhar-se de febre e taquicardia, e costuma durar vários dias. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Aparecem outros sintomas quando há derrame pericárdico, sobretudo se é abundante e se produz em pouco tempo (pode ter dificuldade para respirar, tontura, etc.). </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A pericardite crónica (duração maior de seis semanas) pode chegar a produzir engrossamento, retracção e calcificação do pericárdio, em cujo caso se fala de pericardite constritiva. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Este tipo de pericardite pode produzir sintomas de insuficiência cardíaca direita: aumento de tamanho das veias do pescoço, inchaço abdominal e de tornozelos ou pernas. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<h3 align="justify"><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;">Como se diagnostica</span></em><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></h3>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">O médico dispõe de três critérios de diagnóstico na pericardite aguda, que não necessariamente presentes ao mesmo tempo: a história clínica de dor típica, a auscultação cardíaca e as alterações do electrocardiograma. G </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Geralmente basta para fazer o diagnóstico que dois destes três critérios estejam presentes em algum momento da evolução da doença. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A pericardite crónica dá lugar a sintomas menos típicos e mais variados. Se tem lugar o derrame pericárdico, pode-se diagnosticar por um ecocardiograma. Se dá com calcificação pericárdica, vêem-se os depósitos de cálcio numa radiografia de tórax. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Entre 15 e 20% dos pacientes com pericardite aguda benigna apresentam uma ou mais recidivas. Às vezes reaparecem os sintomas ao suprimir o tratamento anti-inflamatório. Se isto ocorre dentro das 6 primeiras semanas desde os sintomas iniciais de pericardite incessante ou recorrente. Nestes casos há que reformular a causa, já que às vezes se trata de uma pericardite secundária a outras doenças, e há que tratar a doença causadora. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<h3 align="justify"><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;">Tratamento</span></em><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></h3>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Depende da forma de apresentação e da causa. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A pericardite aguda de origem vírica ou idiopática se trata com repouso enquanto durem a dor e a febre. Ademais se administram anti-inflamatórios não esteróides em doses altas durante várias semanas. O problema destes fármacos é que muitas vezes produzem dor de estômago ou reactivam os sintomas de úlcera, em cujo caso se devem dar em doses mais baixas das desejáveis ou inclusive suspendê-los. Podem associar-se a protecção gástrica. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Nos pacientes que tenham apresentado duas ou mais recorrências, ou nos que têm pericardite incessante costuma ser eficaz o tratamento com colchicina, adicionado aos anti-inflamatórios não esteróides. Recomenda-se manter o tratamento com colchicina durante um ano. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Só em alguns casos muito rebeldes ao tratamento habitual se recomenda o tratamento com esteróides. Excepcionalmente, em enfermos rebeldes ao tratamento médico com pericardite recorrente de longa evolução, que tenham apresentado muitas crises, pode-se dar tratamento imunossupressor ou inclusive intervenção cirúrgica para tirar o pericárdio. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Nas pericardites secundárias a uma doença conhecida, deve-se tratar a doença. Nas que produzem derrame pericárdico importante, pode ser necessária a punção pericárdica para extrair o derrame. </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A pericardite constritiva é uma complicação de diferentes tipos de pericardite. Quando a constrição aparece depois de uma pericardite tuberculosa ou purulenta, é pouco provável que se resolva espontaneamente, e quase sempre requer tratamento cirúrgico que consiste na extracção do pericárdio. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong></p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size:13.5pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Os pacientes que apresentam sintomas ou sinais de insuficiência cardíaca devida à pericardite constritiva devem ser intervencionados, ainda que não sempre se chegue a conhecer a causa. </span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><em><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></em></strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Prof. Doutor Carlo Bourbon de Parma</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/20/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=20&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Doenças Vasculares</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 07:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença coronária]]></category>
		<category><![CDATA[ecocardiograma]]></category>
		<category><![CDATA[estenoses]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura valvular]]></category>
		<category><![CDATA[regurgitação]]></category>
		<category><![CDATA[válvula mitral]]></category>

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		<description><![CDATA[São alterações na estrutura valvular, de diferente origem, que ocasionam um funcionamento inadequado e, como consequência, uma anormal função do coração como bomba. Podem ser devidas a estreitamento valvular (estenoses) e/ou ao seu fechamento inadequado, ocasionando regurgitação (insuficiência). 
 Em pessoas jovens a válvula mais frequentemente afectada é a mitral, enquanto em pessoas maiores é a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=19&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 align="justify"><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">São alterações na estrutura valvular, de diferente origem, que ocasionam um funcionamento inadequado e, como consequência, uma anormal função do coração como bomba. Podem ser devidas a estreitamento valvular (estenoses) e/ou ao seu fechamento inadequado, ocasionando regurgitação (insuficiência). </span><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h3>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Em pessoas jovens a válvula mais frequentemente afectada é a mitral, enquanto em pessoas maiores é a aórtica. </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Causas: </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Existem diferentes causas destas doenças. Até alguns anos a causa mais frequente era a febre reumática. Uma doença de carácter imunitário em relação com uma infecção por estreptococo. Na actualidade, a causa mais frequente é a degenerativa em relação com a idade e com diferentes tipos de alteração degenerativa do tecido valvular. Também pode ser de origem infecciosa em consequência de uma endocardite infecciosa. </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Em ocasiões, quando existe falta de irrigação do músculo cardíaco (doença coronária) pode alterar-se o funcionamento valvular, fundamentalmente da válvula mitral. Existe a possibilidade de malformação valvular desde o nascimento (congénita) sobretudo da válvula aórtica. Raramente podem afectar-se as válvulas nas alterações do tecido conectivo ou doenças reumáticas.</span></em></strong><strong><em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Sintomas: </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A manifestação fundamental destas doenças é a insuficiência cardíaca, com aparição de dificuldade respiratória, cansaço, inchaço das pernas, sobretudo na zona dos tornozelos. Também pode aparecer dificuldade respiratória mais ou menos repentina, ou ao deitar-se, melhorando ao depois e obrigando o paciente a permanecer sentado. Em outras ocasiões podem aparecer palpitações, perda de conhecimento ou síncope, bem como dor ou sensação de opressão no peito. </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<h2 align="justify"><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-style:normal;font-family:Tahoma;">Como se diagnostica?</span><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-style:normal;font-family:Tahoma;"></span></h2>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong><strong><em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Geralmente o médico detecta a aparição de um sopro ao auscultar o enfermo. Este sopro é o ruído produzido pela turbulência e vibração do sangue que aparecem como consequência da lesão valvular. O sopro costuma ser diferente dependendo do tipo de lesão (estreitamento ou regurgitação) e da válvula (mitral, aórtica, tricúspide ou pulmonar) afectada. Transmite-se através do corpo do indivíduo e o médico o escuta através do fonendoscópio, que transmite o som com grande fiabilidade. O electrocardiograma e a radiografia do tórax permitem apreciar as consequências da doença valvular, mas a exploração fundamental para o seu diagnóstico é a Ecocardiografia com estudo Doppler. Esta técnica permite estudar de forma muito precisa o tipo e grau de lesão da afectação valvular, sendo imprescindível para seu estudo. Se suspeita de doença das artérias</span></em></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> <em>coronárias pode ser necessária a realização de coronariografia. </em></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Tratamento</span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Nas fases iniciais o tratamento pode ser médico tentando melhorar e prevenir a insuficiência cardíaca. Por isso se utilizam os medicamentos eficazes no tratamento desta. Em ocasiões podem requerer-se antiarrítmicos e/ou anticoagulantes. Em fases mais avançadas e segundo o grau de repercussão da doença, pode estar indicado o tratamento intervencionista através da dilatação valvular ou a intervenção cirúrgica. </span></em></strong><strong><em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></em></strong><em><span><font face="Times New Roman"> </font></span></em><strong><em><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A cirurgia destas lesões pode consistir na reparação não sempre possível da lesão valvular, ou na substituição por uma válvula protética artificial na maioria das ocasiões. Estas válvulas artificiais podem ser de materiais mecânicos, precisando do uso de medicamentos anticoagulantes durante a vida ou de materiais biológicos cuja durabilidade é menor. </span></em></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Prognóstico: </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Geralmente é favorável com tratamento, pelo que é muito importante a eleição do momento do tratamento cirúrgico e intervencionista que mudam de forma radical a evolução natural da doença. A decisão da intervenção se toma antes que se produzam sequelas irreversíveis sobre o próprio coração como a dilatação exagerada das câmaras cardíacas, sobretudo o ventrículo esquerdo que pode conduzir à aparição de insuficiência cardíaca crónica apesar do tratamento cirúrgico. </span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></strong><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:16pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Prof. Doutor Carlo Bourbon de Parma</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=19&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arterioesclerosis</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 06:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[aorta]]></category>
		<category><![CDATA[arterioesclerosis]]></category>
		<category><![CDATA[arteriosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[artérias]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose]]></category>
		<category><![CDATA[hipercolesterolemia]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[miocárdio]]></category>
		<category><![CDATA[pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Etimológicamente, arterioesclerosis significa endurecimento das artérias. 
Classicamente, no termo arterioesclerosis se incluem três entidades diferentes: aterosclerosis, esclerose clarificante da media ou doença de Mönckeberg e arteriolosclerosis.  
Vou utilizar o termo arterioesclerosis como sinónimo de aterosclerosis. 
A aterosclerosis é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento de múltiplas lesões focais, chamadas placas de ateroma, na parede da aorta e as [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=18&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Etimológicamente, arterioesclerosis significa endurecimento das artérias. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Classicamente, no termo arterioesclerosis se incluem três entidades diferentes: aterosclerosis, esclerose clarificante da media ou doença de Mönckeberg e arteriolosclerosis. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Vou utilizar o termo arterioesclerosis como sinónimo de aterosclerosis.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A aterosclerosis é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento de múltiplas lesões focais, chamadas placas de ateroma, na parede da aorta e as artérias de grande e médio calibre. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Essas placas estão compostas por lípidos, como o colesterol, e por células inflamatórias, como os monócitos, que desde o sangue penetram no interior da parede arterial. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Uma vez dentro desta, os monócitos atacam o colesterol e se convertem em células espumosas.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Estas células provocam uma série de mudanças na parede que provocam o crescimento desordenado das células musculares e a formação de tecido fibroso.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">No final, a placa é composta por uma mistura de elementos diferentes, o que lhe confere a denominação de ateroma, que significa cola. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">No momento actual, a primeira causa de morte no Ocidente são as doenças cardiovasculares relacionadas com a aterosclerosis. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A metade das mortes produzidas cada ano se deve à aterosclerosis. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Calculamos que no ano 2020 a aterosclerosis será a primeira causa de mortalidade em todo mundo. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A isso contribuirão de forma determinante dois factores que facilitam o seu desenvolvimento, de um lado, <u>o progressivo envelhecimento da população mundial e, de outro lado, a incorporação dos hábitos de vida ocidentais (principalmente, a alimentação excessivamente rica em gorduras e calorias, e a vida desordenada e stressada na actividade profissional. </u></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></p>
<h3 align="justify"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Como se produz?</span><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h3>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Tal como mencionei anteriormente, para que se inicie a formação de uma placa de ateroma é preciso que dentro da parede arterial penetrem substâncias e células que estão no sangue. Em condições normais, isso não sucede porque o sangue está separado da parede arterial por uma barreira que é o endotélio. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Actualmente, sabe-se que diversos factores podem danificar de tal modo o endotélio que este deixa de actuar como uma barreira. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Esses factores são conhecidos como fatores de risco de aterosclerosis.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Os principais fatores de risco são três:</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- A hipertensão arterial (presença de cifras de pressão arterial superiores a 139/89 mm Hg).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- A hipercolesterolemia (existência de concentrações sanguíneas de colesterol superiores a 220 mg/dl)</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- O tabagismo.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Nos últimos anos, demonstrou-se que outros factores também contribuem para o desenvolvimento da aterosclerosis.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">É o caso:</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- Diabetes mellitus.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- Obesidade.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- Sedentarismo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- Menopausa.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Em qualquer caso, todos estes factores promovem o desenvolvimento de aterosclerosis quando se dão numa pessoa com predisposição genética para isso.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Hoje em dia já se conhecem diversas alterações genéticas que propiciam a aterosclerosis e cabe esperar pelo conhecimento do genoma humano na sua totalidade, para se poder identificar a tempo e de forma fiável as pessoas com tendência para esta situação.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A aterosclerosis é um processo que evolui da seguinte maneira: </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- A formação das placas de ateroma se inicia invariavelmente em quase todos os indivíduos na primeira ou segunda década da vida, de forma que pode começar a ter manifestações clínicas na terça e quarta década, acrescentando-se a sua prevalência de forma exponencial a partir da quinta década, para atingir um impacto máximo na sexta, sétima e oitava décadas. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- A aparição de manifestações clínicas numa pessoa com aterosclerosis supõe que alguma das placas de ateroma que apresenta se complicou, o que significa que a placa se rompeu e que seus componentes entraram em contacto com o sangue, especialmente com as plaquetas. Isto põe em marcha a formação de um trombo que obstrui a artéria e dificulta a chegada de sangue ao local que essa artéria irriga (o que em medicina se conhece como isquemia, isto é, falta de irrigação). </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Segundo o tamanho do trombo, assim será a severidade da obstrução e, consequentemente, a intensidade da isquemia e a gravidade das manifestações clínicas. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Os casos mais importantes são aqueles nos quais a obstrução é completa e a falta total de sangue produz a morte (enfarte) de uma parte do órgão afectado. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Sintomas: </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- Os quadros clínicos que podem apresentar as pessoas com aterosclerosis complicada são variados. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Quando a obstrução afecta as artérias cerebrais podem aparecer desde ataques de isquemia cerebral transitória, até um acidente vascular cerebral agudo (AVC) com sequelas mais ou menos permanentes. </span></u></p>
<p align="justify"><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Quando a obstrução se dá nas artérias coronárias pode aparecer desde <u>angina de peito, até ao enfarte agudo de miocárdio. </u></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></u></p>
<p align="justify"><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Quando a obstrução afecta às artérias renais pode facilitar-se o desenvolvimento de insuficiência renal ou aparecer um tipo especial de hipertensão denominada reno-vascular. </span></u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A obstrução das artérias das extremidades inferiores pode dar lugar a um quadro de fragilidade intermitente que se caracteriza pela presença de dores musculares desencadeadas pela marcha e que a incapacitam. </span></u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Por último, a presença de lesões ateroscleróticas complicadas na aorta favorece o desenvolvimento de aneurismas. </span></u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></p>
<h3 align="justify"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Como se detecta? </span><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h3>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Tal como mencionei anteriormente, a aterosclerosis pode demorar muito tempo a dar lugar a manifestações clínicas. Por isso, é preciso detectá-la precocemente, antes que as placas de ateroma se agravem. Para isso é preciso realizar exames periódicos de saúde (revisões vasculares) desde a terceira década da vida, e especialmente naquelas pessoas com antecedentes familiares de alguns dos quadros clínicos mencionados anteriormente. Nessas revisões se presta uma importância especial ao estudo dos factores de risco que comentei previamente. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Ademais, através da realização de certas análises também se avaliam determinadas marcas de dano vascular. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Finalmente, dispõe-se já de técnicas de imagem vascular (ecografia doppler, ressonância nuclear magnética, etc.) que permitem detectar as placas de ateroma e, inclusive, identificar aquelas que podem criar um quadro clínico complicado. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Com toda a informação recolhida numa revisão vascular se pode chegar a quantificar o risco que cada pessoa concreta pode desenvolver num quadro clínico devido à complicação de uma placa. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Por exemplo, pode-se predizer com grande fiabilidade a percentagem de possibilidades de apresentar um enfarte agudo de miocárdio ao longo dos anos. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></p>
<h3 align="justify"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Como prevenir? </span><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h3>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- A melhor maneira de combater a aterosclerosis <u>radica na sua prevenção primária. </u></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">- Para isso se deve actuar a três níveis. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Em primeiro lugar há que levar uma vida sã, o que significa: </span></u><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></p>
<h4 align="justify"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">AQUI VAI FICAR TODO O MUNDO CONTRA MIM </span><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h4>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">1) Seguir uma dieta cardiovascular saudável (evitando as gordurosas animais e o excesso de calorias, e favorecendo o consumo de azeite de oliveira, verduras e frutas). </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">2) Realizar exercício físico periodicamente, regularmente (cada dia se deve caminhar no mínimo uma hora ou correr suavemente, nadar e andar de bicicleta um mínimo de meia hora). </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">3) Eliminar o fumo de maneira total e definitiva. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">4) Tentar eliminar as situações stressantes da vida quotidiana ou, quando isso não tenha sido possível, vivê-las com uma perspectiva positiva e minimamente auto lesiva. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Em segundo lugar, as pessoas com hipertensão arterial e/ou com hipercolesterolemia têm de seguir tratamento farmacológico (fármacos (anti-hipertensivos e fármacos (hipolipemiantes) de forma continuada para manter cifras de pressão arterial por baixo de 130/85 milímetros de mercúrio (mmHg) e cifras de colesterol inferiores a 200 e miligramas por decilitro (mg/dl). </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Em terceiro lugar, em pessoas com certas alterações poderão ser sujeitas a tratamentos específicos segundo o critério do seu médico (por exemplo, nas mulheres com predisposição à aterosclerosis que tiveram a menopausa poderia valorizar-se o tratamento hormonal substitutivo). Nos casos em que já surgiram manifestações clínicas o médico instaurará o tratamento pertinente para cada caso individualizado, e simultaneamente instaurará medidas de prevenção secundária (por exemplo, aspirina a baixas doses) destinadas a impedir a aparição de novas complicações. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Prof. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Doutor Carlo Bourbon de Parma</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cuidedeseucoracao.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=18&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>ENFARTE DO MIOCÁRDIO</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 06:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Carlo Bourbon Parma</dc:creator>
				<category><![CDATA[artérias]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[enfarte]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[isquemico]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O enfarte agudo de miocárdio é uma entidade englobada no grupo de síndromes coronárias agudas. 

Todos se caracterizam pela aparição brusca de um quadro de sofrimento isquémico (falta de irrigação) a uma parte do músculo do coração produzido pela obstrução aguda de uma das artérias coronárias que o alimentam. 

Como se reconhece: O enfarte se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cuidedeseucoracao.wordpress.com&blog=1913591&post=17&subd=cuidedeseucoracao&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">O enfarte agudo de miocárdio é uma entidade englobada no grupo de síndromes coronárias agudas. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Todos se caracterizam pela aparição brusca de um quadro de sofrimento isquémico (falta de irrigação) a uma parte do músculo do coração produzido pela obstrução aguda de uma das artérias coronárias que o alimentam. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Como se reconhece: O enfarte se reconhece pela aparição brusca dos sintomas característicos: dor na zona precordial (local da gravata), sensação de mal-estar geral, tontura e náuseas. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Uma vez o paciente no Hospital, diagnostica-se com certeza praticando um electrocardiograma, no que se demonstram alterações evolutivas típicas, e analisando a elevação dos níveis no sangue pelas denominadas enzimas cardíacas (CK e troponina). </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Não obstante, há alguns pacientes (sobretudo anciões e diabéticos) em que os sintomas são mais subtis.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Enfarte de miocárdio</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">O enfarte agudo de miocárdio é uma entidade englobada no grupo de síndromes coronárias agudas. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Todos se caracterizam pela aparição brusca de um quadro de sofrimento isquémico (falta de irrigação) a uma parte do músculo do coração produzido pela obstrução aguda de uma das artérias coronárias que o alimentam. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Como se reconhece: O enfarte se reconhece pela aparição brusca dos sintomas característicos: dor na zona precordial (local da gravata), sensação de mal-estar geral, tontura e náuseas. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Uma vez o paciente no Hospital, diagnostica-se com certeza praticando um electrocardiograma, no que se demonstram alterações evolutivas típicas, e analisando a elevação dos níveis no sangue pelas denominadas enzimas cardíacas (CK e troponina). </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Não obstante, há alguns pacientes (sobretudo anciões e diabéticos) em que os sintomas são mais subtis.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Como sei se vou ter um enfarte?</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Boa parte dos enfartes de miocárdio aparece em pessoas que têm os denominados factores de risco. Estes são, aparte de uma verdadeira predisposição familiar e da idade, a existência de tabagismo, de hipertensão arterial, de diabete e de alterações das gorduras no sangue (colesterol).</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Tenho de advertir que aproximadamente a metade dos enfartes aparecem sem sintomas prévios, ou seja, que o enfarte é a primeira manifestação da cardiopatia isquémica. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Outras vezes, uns meses antes de ter o enfarte o paciente apresenta moléstias precordiais, sensação de mal-estar, cansaço, maior irritabilidade, etc, ou inclusive em ocasiões moléstias de estômago, que fazem confundir os sintomas de enfarte com os procedentes de outros órgãos. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Que fazer face a um enfarte de miocárdio? </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">Toda pessoa que apresente uma dor precordial, acompanhada de mal-estar geral, deve ir o mais rapidamente possível a um Serviço de Urgências. Se o sistema de transporte sanitário não é o suficientemente rápido, deve fazê-lo no veículo de um amigo, familiar ou colega de trabalho.</span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A maioria dos pacientes que padecem um enfarte agudo de miocárdio se recuperam com rapidez e o suficiente para poder desempenhar uma vida praticamente normal. Os poucos que não o conseguem também podem ser submetidos a procedimentos de revascularização percutânea ou ser intervencionados, o que se conseguem recuperações muito aceitáveis. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;">A única diferença entre o paciente que apresentou um enfarte em relação ao que não o teve é que aquele deve ser mais estrito do que este no relativo ao abandono do fumo, a prática de exercício físico regular, a alimentação adequada (incluindo restrição de gorduras de origem animal e manutenção do peso correcto) e o controle das cifras de tensão, do colesterol e de açúcar no sangue. </span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"><span style="font-size:14pt;color:gray;font-family:Tahoma;">Prof. Doutor Carlo Bourbon Parma</span><span style="color:gray;font-family:Tahoma;"> </span></span></h1>
<h1 class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;color:gray;line-height:150%;font-family:Tahoma;"></span></h1>
<h1></h1>
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